sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Clássicos: Argentina x Uruguai 1986

O clássico Argentina x Uruguai é o jogo entre seleções que mais vezes ocorreu na história do futebol. Foram 161 partidas desde 1901. Esse jogo também foi o primeiro confronto oficial ocorrido fora da Inglaterra e ainda foi a final da primeira Copa do Mundo, em 1930. As duas seleções platinas só voltariam a se enfrentar numa copa, após 56 anos. O jogo aconteceu em 16 de junho de 86, na cidade mexicana de Puebla. De um lado, a demolidora Argentina de Maradona, Burruchaga e Ruggeri. Do outro, o enfraquecido Uruguai de Francescoli e Dario Pereyra, classificado apenas entre os melhores terceiros lugares e que já tinha sofrido uma humilhante derrota para a Dinamarca. Apesar da diferença entre os times, o jogo foi duro, como convém a um grande clássico. Ao final, com apenas um gol de Pasculli, a Argentina venceu, classificando-se para a fase seguinte, onde enfrentaria a Inglaterra num dos jogos mais lendários da história das copas do mundo.

Argentina x Uruguai 1986 - Cartela de escudinhos (PDF)
Argentina x Uruguai 1986 - Cartela de escudinhos (PNG)
Argentina x Uruguai 1986 - Youtube

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Atendendo a pedidos (11)

Esse pedido foi de um leitor chamado Felipe. Ele mesmo explica: " (...) Dinamo Kiev contra o Bayern Munich na semifinal da UEFA em 1999, ocasião em que o time ucraniano perdeu a vaga para a final por 1 a 0 depois de um 2 a 2 em casa. O time contava com Shevchenko dentre os seus jogadores. Em 1998, o Dinamo também goleou o Barcelona por 4 a 0, no Camp Nou, com 3 do craque da Ucrânia, em partida valendo acesso ao campeonato UEFA 98/99". Confesso que não foi fácil achar imagens dessa partida, mas nóis é jóia e dá um jeito. Eis aí, os kits com o Dinamo Kiev.








Dinamo Kiev x Bayern Munich 1999 - Cartela de escudinhos (PDF)
Dinamo Kiev x Bayern Munich 1999 - Cartela de escudinhos (PNG)








Dinamo Kiev Adidas 1999 - Cartela de escudinhos (PDF)
Dinamo Kiev Adidas 1999 - Cartela de escudinhos (PNG)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Kits: Colorado e Pinheiros 1980

No ano de 1989, na cidade de Curitiba, dois decadentes - ainda que tradicionais - times paranaenses se uniram para criar uma equipe nova, que já nasceu grande e forte: o Paraná Clube. A peculiar camisa dividida em vermelho e azul do clube era uma alusão às duas agremiações que se uniram, o Colorado Esporte Clube e o Esporte Clube Pinheiros. Aqui, os kits desses dois times, com seus uniformes de 1980.








Colorado Adidas 1980 - Cartela de escudinhos (PDF)
Colorado Adidas 1980 - Cartela de escudinhos (PNG)








Pinheiros Campeã 1980 - Cartela de escudinhos (PDF)
Pinheiros Campeã 1980 - Cartela de escudinhos (PNG)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Atendendo a pedidos (10)

Este post é para atender aos pedidos do Fernando Bezerra e do Valtemir. Três seleções e um jogo inesquecível: da copa de 1994, nos EUA, a Bulgária de Stoitchkov e a Romênia de Hagi; de 1986, a Dinamarca de Elkjaer Larsen e Michael Laudrup e o jogo que apresentou essa mesma Dinamarca ao mundo e criou a mística da "dinamáquina": Dinamarca 6x1 Uruguai, na copa do México, em 86.








Bulgária 1994 - Cartela de escudinhos (PDF)
Bulgária 1994 - Cartela de escudinhos (PNG)









Romênia 1994
- Cartela de escudinhos (PDF)
Romênia 1994 - Cartela de escudinhos (PNG)









Dinamarca 1986 - Cartela de escudinhos (PDF)
Dinamarca 1986 - Cartela de escudinhos (PNG)









Dinamarca x Uruguai 1986 - Cartela de escudinhos (PDF)
Dinamarca x Uruguai 1986 - Cartela de escudinhos (PNG)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Jogos inesquecíveis: Flamengo x Cobreloa 1981

No dia 13 de novembro de 1981, o Clube de Regatas do Flamengo dava o pontapé inicial na conquista de seu primeiro grande título internacional, a taça Libertadores da América. Não seria fácil, contudo. O primeiro jogo contra o Cobreloa do Chile aconteceu no Maracanã, com vitória rubro-negra por 2x1. No jogo de volta, em Santiago, o time da casa entrou disposto a vencer de qualquer maneira. Não foi um jogo, foi uma carnificina. Com o incentivo de sua torcida e contanto com uma arbitragem pusilânime, o Cobreloa bateu o quanto quis no Flamengo. Um detalhe ganhou a história: o zagueiro chileno Mário Soto entrou em campo com uma pedra na mão, com a qual atingiu Adílio e Lico, que sangraram muito. O time brasileiro não suportou a pressão e perdeu por 1x0. O jogo extra e decisivo, realizado em Montevidéo, foi a vingança flamenguista. Muito melhor tecnicamente, o time de Zico e Nunes venceu por 2x0, numa partida em que o jogador Ancelmo entrou em campo com um único propósito: o de partir em dois o desleal Mário Soto. O fez e foi imediatamente expulso. Mas era tarde. O Flamengo conquistava a América e carimbava o seu passaporte para o vitorioso jogo contra o Liverpool em Tóquio.

Flamengo x Cobreloa 1981 - Cartela de Escudinhos (PDF)
Flamengo x Cobreloa 1981 - Cartela de Escudinhos (PNG)
Flamengo x Cobreloa 1981 - Youtube

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Jogos Inesquecíveis: Grêmio x Ajax 1995

A final da Copa Toyota - o Mundial Interclubes - de 1995 guardava, para os gremistas, o sonho do bicampeonato. O jogo, contudo, acabou em drama e frustração para os tricolores. É que mesmo sem o zagueiro Rivarola, expulso nos primeiros minutos da partida em um lance discutível, o Grêmio não se intimidou em campo. O oponente era o poderoso Ajax, com pelo menos sete titulares da seleção holandesa. Era o melhor time da Europa e estava invicto há meses. O Grêmio, como ditava sua tradição de raça e superação e a têmpera de seu técnico, Luiz Felipe Scolari, não se entregou e se defendeu o jogo todo, tentando sua sorte nos contra-ataques. O jogo acabou terminando em 0x0, no tempo normal e na prorrogação. Na loteria dos pênaltis, entretanto, a sorte acabou sorrindo para o Ajax de Kluivert e Van der Sar e os holandeses venceram por 4x3, garantindo o título.

Grêmio x Ajax 1995 - Cartela de escudinhos (PDF)
Grêmio x Ajax 1995 - Cartela de escudinhos (PNG)
Grêmio x Ajax 1995 - Youtube
(atualizado em 09/07/09)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Kits: Grêmio 1996

A Penalty é uma das marcas brasileiras que mais se especializou em criar uniformes para times tricolores. Já forneceu material para o São Paulo, Fortaleza, Fluminense e também para o Grêmio, de 1986 a 1999. O tricolor gaúcho, durante esse período, conquistou títulos importantes, como a Libertadores de 1995, o Campeonato Brasileiro de 1996 e três Copas do Brasil, em 1989, 1994 e 1997. Sem dúvida, uma parceria para lá de vitoriosa.

Grêmio kit 1996 - Cartela de escudinhos (PDF)
Grêmio kit 1996 - Cartela de escudinhos (PNG)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Clássicos: Grêmio x Flamengo 1997

O Grêmio foi o primeiro clube brasileiro a vencer uma Copa do Brasil, torneio criado em 1989. Na época, derrotou o Sport Recife. Cinco anos mais tarde, derrotaria o Ceará na final e se tornava bicampeão. Em 1997, o time de Danrlei, Arce e Paulo Nunes lutava pelo tricampeonato contra o Flamengo. Depois de um 0x0 no estádio Olímpico, a decisão seria diante de 100 mil rubro-negros no Maracanã, onde o Flamengo jamais havia perdido uma decisão de título nacional. Foi um jogo duro, no qual o Grêmio saiu na frente mas permitiu a virada do Flamengo, que tinha entre seus atacantes, Romário e Sávio e ainda Vanderlei Luxemburgo no banco. Mas um gol salvador de Carlos Miguel decretou o empate em 2x2, resultado que, ao final, garantiu a conquista tricolor.

Grêmio x Flamengo 1997 - Cartela de escudinhos (PDF)
Grêmio x Flamengo 1997 - Cartela de escudinhos (PNG)
Grêmio x Flamengo 1997 - Youtube

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Kits: Grêmio 2008

O Grêmio de Foot-Ball Porto Alegrense já vestiu uniformes fabricados por Adidas, Olympikus, Penalty, Kappa e hoje é um dos times brasileiros para quem a alemã Puma fornece os uniformes. Apesar da conformação comum no Brasil - e pouco usada no exterior - de uniforme tricolor, praticamente não há times com essa mesma combinação de cores no país, o que torna o uniforme do Grêmio bastante original e inconfundível.

Grêmio kit 2008 - Cartela de escudinhos (PDF)
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Com o Grêmio onde o Grêmio estiver.

"Ser gremista não se descreve. É um prazer, um privilégio, uma religião. O uniforme é o mais bonito que existe. A tradição centenária, as batalhas vencidas as derrotas sofridas mas sempre oferecidas a um preço altíssimo! Ser Gremista é cantar sempre, é ter a alma celeste, o sangue azul e a certeza de que não está morto quem peleia!"

As palavras do companheiro Tarsis não mentem. Há diversos times brasileiros que se notabilizaram pela raça e determinação, como o Flamengo de Rondinelli, o Deus da raça, ou o Machão da Gama, um dos diversos epítetos do time da colina ou o Corinthians da fiel torcida. Mas nenhum desses traz esa tradição gravada a fogo em sua índole como o Grêmio de Foot-Ball Porto Alegrense, clube de times que jogam duro - e às vezes até deslealmente, como na conquista de sua primeira Libertadores. O Grêmio, eternizado por chefões de dentro e fora de campo, como Hugo DeLeón e Felipão e chamado de "time uruguaio" quando a ele querem se referir pejorativamente, é um time que divide sim, com os hermanos uruguaios e argentinos, o celeste da camisa, cor pouco utilizada Brasil afora. Mas é brasileiro, de grande torcida em todo o território e time de tradições, história e títulos grandes. E que mesmo nas situações mais desesperadoras, se recusa a cair.

Foi o caso de um dos jogos mais dramáticos da história do futebol brasileiro, jogo que deu ao Grêmio a pecha de imortal e que estará guardado para sempre na memória dos azuis gaúchos como "a batalha dos Aflitos". Coincidentemente, não faltou aflição a quem assistiu à inesquecível refrega de 26 de novembro de 2005 na cidade do Recife. O jogo, piada pronta dos rivais colorados - afinal, era um Gre-Nau - era a final da série B daquele ano e aos dois clubes, o Grêmio e o Náutico, só interessava a vitória. Aos 35 minutos do segundo tempo, o jogo estava em 0x0 e reinava o caos. O Náutico já perdera um pênalty. O Grêmio só tinha sete jogadores em campo e mais um pênalty contra si. Tudo parecia irremediavelmente perdido. E então, o que parecia milagre aconteceu. Apenas 71 segundos e toda a história mudava. A defesa de Galatto, o gol histórico de Anderson. A glória mais sofrida num gramado menos histórico, na disputa de uma série mais fraca. Mas nem por isso menor.

Grêmio x Náutico 2005 - Cartela de escudinhos (PDF)
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Grêmio x Náutico 2005 - Youtube

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Clássicos: Vasco x Flamengo 1988

O clássico carioca entre os clubes de regatas Vasco da Gama e Flamengo pode não ter o charme indiscutível de um Fla-Flu, mas não é chamado à toa de "clássico dos milhões". Além da maior rivalidade entre os times cariocas, Vasco e Flamengo também tem as maiores torcidas do Rio e o jogo é um clássico repleto de excelentes histórias e jogos fantásticos, como o que definiu o bicampeonato estadual de 1988 a favor do Vasco. O time de Romário e Bismarck precisava apenas de um empate para ser campeão e o jogo seguia lá e cá, num frágil 0x0. Foi quando, aos 42 minutos da etapa final, um certo lateral obscuro chamado Cocada, irmão do atacante Muller, do São Paulo, entrou em campo para se tornar personagem principal de uma vitória épica. Aos 43 minutos, Cocada recebe um passe de Bismarck, escapa da marcação, percorre em velocidade toda a lateral direita do rubro-negro e na entrada da grande área e fuzila o goleiro Zé Carlos com um chute magnífico e indefensável. Era o gol do título. Mas a ópera ainda reservava uma última cena. Enlouquecido e seguido pelos companheiros, Cocada tira a camisa e a atira ao banco de reservas do Flamengo, em um gesto de vingança contra o técnico Carlinhos do rubro-negro, que o barrara na equipe da Gávea. Aos 44 min, dois após sua entrada e um após o golaço que marcara, Cocada era expulso e em meio a uma briga generalizada, saía de campo para entrar na história.

Vasco x Flamengo 1988 - Cartela de escudinhos (PDF)
Vasco x Flamengo 1988 - Cartela de escudinhos (PNG)
Vasco x Flamengo 1988 - Youtube

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Atendendo a pedidos (9)

Mais três times pedidos em comments, scraps, emails e nas comunidades: O Juventus-SP, o moleque travesso da Móoca com um uniforme Adidas de 1982, o Riograndense-RS, gaúcho da garbosa Santa Maria da Boca do Monte e o Serrano-RJ, time de Petrópolis, a belíssima cidade imperial das serras fluminenses.








Juventus kit 1982 - Cartela de escudinhos (PDF)
Juventus kit 1982 - Cartela de escudinhos (PNG)








Riograndense kit 2008 - Cartela de escudinhos (PDF)
Riograndense kit 2008 - Cartela de escudinhos (PNG)








Serrano kit 2008 - Cartela de escudinhos (PDF)
Serrano kit 2008 - Cartela de escudinhos (PNG)

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Kits: Ajax 2008, Portuguesa 1992 e Cosmos 1975

Esse post está muito mais com cara de "a pedidos" que de "kits". É que eu já tinha esses times anotados para desenhar, e como o Valtemir, o Mauri e o Rodrigo se interessaram, eu antecipei. Eis aí, o moderno Ajax Adidas 2008, e dois clássicos: a Portuguesa de Desportos de 1992, com o famoso grafismo da Dell'Erba e o legendário Cosmos de New York, último time onde jogaram Pelé, Beckenbauer e Cruyff.








Ajax kit 2008 - Cartela de escudinhos (PDF)
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Portuguesa kit 1992 - Cartela de escudinhos (PDF)
Portuguesa kit 1992 - Cartela de escudinhos (PNG)








New York Cosmos kit 1975 - Cartela de escudinhos (PDF)
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terça-feira, 14 de outubro de 2008

Atendendo a pedidos (8)

Dois jogos inesquecíveis estão entre os pedidos dessa semana: Coritiba x Bangu, a improvável final do campeonato brasileiro de 1985, vencida no Maracanã pelos paranaenses - sim, o Bangu já foi time grande no Rio, campeão carioca e assim como todos os outros grandes cariocas, também passou pelo seu maracanazo. O outro jogo é a também improvável final do paulistão de 1990, entre o Bragantino do então iniciante Vanderlei Luxemburgo e o Novorizontino de Nelsinho Batista. Foi a primeira final - e creio que até hoje a única, já que Paulista e São Caetano não são exatamente interior - de um campeonato paulista disputada entre dois times do interior do estado.








Coritiba x Bangu 1985 - Cartela de escudinhos (PDF)
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Bragantino x Novorizontino 1990 - Cartela de escudinhos (PDF)
Bragantino x Novorizontino 1990 - Cartela de escudinhos (PNG)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Jogos inesquecíveis: Alemanha x França 1982

Parecia, depois daquele trágico 5 de julho, data da eliminação do Brasil da Copa da Espanha, que nada mais teria graça naquela competição. Três dias depois, entretanto, aconteceria um dos mais sensacionais jogos de futebol que eu já assisti. Ao mesmo tempo em que a Itália de Paolo Rossi conquistava sua vaga na final, a Alemanha de Rumenigge e a França de Platini lutavam pela outra vaga num jogo épico, decidido nos detalhes e nos pênaltis, depois de um eletrizante empate em 1x1 no tempo normal e 3x3 na prorrogação em que a França chegou a estar ganhando por 3x1 e cedeu o empate, num belíssimo gol de meia bicicleta de Fischer. Mesmo a disputa de penais foi equilibrada até o fim, quando Schumacher defendeu o sétimo pênalty Francês, cobrado por Bossis. A dura e perseverante Alemanha Ocidental batia assim a talentosa e insinuante França e chegava à final do torneiro, que contudo, perderia três dias depois para a squadra azurra, que assim se tornaria a primeira seleção tricampeã do mundo depois do Brasil.

Alemanha x França 1982 - Cartela de Escudinhos (PDF)
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Jogos inesquecíveis: São Paulo x Vélez Sarsfield 1994

Depois da conquista do mundial interclubes em 1993, os torcedores sãopaulinos viviam uma espécie de euforia, ainda mais quando, na Libertadores do ano seguinte, o São Paulo novamente fez uma boa campanha e chegou à final, contra o Vélez Sarsfield da Argentina, um time de 84 anos, mas sem tradição de conquistas fora de seu país. Assim, ninguém esperava a doloridíssima derrota que viria. O Vélez, apesar de mais fraco na teoria, contava com uma estrela debaixo das traves: o ídolo paraguaio Chilavert. E foi ele quem garantiu que o Vélez passasse por várias disputas de pênaltis para chegar à decisão. E mais uma vez, diante de um Morumbi lotado, Chilavert garantiu, nos penais, a surpreendente vitória dos portenhos, que avançavam assim para a conquista do mundial, no japão, diante do mesmo Milan que perdera do São Paulo no ano anterior.

São Paulo x Vélez Sarsfield 1994 - Cartela de escudinhos (PDF)
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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Kits: São Paulo 2005

O ano de 2005 marcou a despedida da marca Topper como fornecedora de material esportivo para o São Paulo. Contudo, no apagar das luzes do ano, a Topper contribuiu, no estádio de Yokohama, no Japão, para colocar mais uma estrela nos vindouros kits da Reebok. Foi vestido de Topper que o São Paulo tornou-se tricampeão mundial interclubes, numa dificílima final contra o inglês Liverpool, que mais uma vez amargava uma derrota frente a um time brasileiro em finais de mundial. Com um gol do volante Mineiro, o São Paulo tornava-se o maior vencedor de títulos mundiais do país.

São Paulo kit 2005 - Cartela de escudinhos (PDF)
São Paulo kit 2005 - Cartela de escudinhos (PNG)

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Clássicos: São Paulo x Santos 2000

O título paulista do ano 2000 deu ao São Paulo a qualidade de maior vencedor estadual da última década do séc. XX, com quatro conquistas. Na última partida do ano, contra o Santos de Rincón, o tricolor podia perder até por um gol de diferença. Mas acabou empatando em dois gols, marcados pelo inicante goleiro-artilheiro Rogério Ceni, em uma falta maravilhosamente cobrada e pelo também iniciante Marcelinho, que atualmente joga no Flamengo, sob a alcunha de "Paraíba", e que substituía o atacante França, o melhor jogador do campeonato. O último título paulista sob a batuta do já vovô Raí foi um jogo digno do grande clássico que é o legendário San-São.

São Paulo x Santos 2000 - Cartela de escudinhos (PDF)
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São Paulo x Santos 2000 - Youtube

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Kits: São Paulo 2008

O kit Reebok que atualmente veste o São Paulo Futebol Clube há pouco menos de três anos, já tem histórias de campeão para contar. O bicampeonato brasileiro de 2006 e 2007 já ocorreu sob este manto moderno e bem desenhado. O tricolor paulista já vestiu Adidas, Le Coq Sportif, Penalty e Topper e atualmente é patrocinado pela indústria de eletrônicos coreana LG.


São Paulo kit 2008 - Cartela de escudinhos (PDF)
São Paulo kit 2008 - Cartela de escudinhos (PNG)

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O maior do Brasil

Os cinco títulos nacionais, três da Libertadores da América, três títulos mundiais e inúmeros - 22 na verdade - títulos estaduais credenciam o São Paulo Futebol Clube a se declarar o maior clube brasileiro da história. Apesar de nunca ter tido uma máquina legendária como o Santos de Pelé, nem possuir uma fanática e apaixonada torcida como a do Flamengo carioca, ou mesmo um rival de peso para polarizar sua história - como o possuem os grandes de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul - o São Paulo tem uma tradição invejável de conquistas e força, não só dentro das quatro linhas. Dono de um dos maiores estádios particulares do planeta e de uma invejável organização, o tricolor do Morumbi é uma das grandes referências brasileiras quando se fala em qualidade no futebol.

Dos cinco maiores jogos de futebol que eu já assisti na vida, apenas um deles me motivou a mudar de time, fato que ocorreu apenas uma vez nesses 38 anos. Corinthiano bissexto, vi o São Paulo de Raí, Cerezo, Muller e Zetti realizar uma partida mágica. No mesmo ano em que o Corinthians fracassara em eliminar o Flamengo da Copa Sulamericana - em que o São Paulo foi bem sucedido pouco depois, o time do Morumbi foi a Tóquio decidir o Mundial Interclubes contra o poderoso Milan de Massaro, Papin e Desailly. Foi uma madrugada de angústia e glória, um jogo duríssimo - apesar de limpo - onde nem os deuses do futebol concordavam para quem dar o título. E então, como se deixassem a partida por conta da sorte, entregaram a Muller e ao goleiro italiano Rossi a jogada decisiva. E em um gol que até hoje nenhuma câmera e nenhum desenho e nenhuma mente racional conseguiu explicar ou definir, o artilheiro sãopaulino decretou a vitória brasileira e o destino do troféu. Era o bicampeonato mundial do São Paulo, que, pelas artes e artimanhas do saudoso Telê Santana, se igualava ao lendário Santos de Pelé.

São Paulo x Milan 1993 - Cartela de Escudinhos (PDF)
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Clássicos: Manchester United x Manchester City 2008

Um dos clássicos mais conhecidos do futebol inglês é o que reune os dois grandes times da cidade de Manchester, um derby conhecido como City x United. Os dois times já disputaram 149 partidas, com 59 vitórias para o United e 41 para o City, que entretanto, venceu a última partida, realizada em 10 de fevereiro deste ano, partida que, inclusive, era alusiva aos 50 anos do desastre de Munique, acidente de avião que vitimou vários jogadores do United. Com esta vitória, o Manchester City quebrou dois tabus. Um deles, de 34 anos sem vencer o adversário em seu campo, o lendário Old Trafford. O outro, maior, de 38 anos sem vencer o maior oponente nos dois jogos da temporada.

Manchester United x Manchester City 2008 - Cartela de escudinhos (PDF)
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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Atendendo a pedidos (7)

Tenho notado que muita gente aqui gosta dos kits Adidas da década de 70/80, em especial os da copa do mundo da Argentina, em 78. Atendendo então a um pedido do Márcio, dois kits e um jogo inesquecível daquela copa, todos Adidas: Peru, Suécia e Brasil x Polônia.








Peru Kit Adidas 1978 - Cartela de escudinhos (PDF)
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Suécia Kit Adidas 1978 - Cartela de escudinhos (PDF)
Suécia Kit Adidas 1978 - Cartela de escudinhos (PNG)









Brasil x Polônia 1978 - Cartela de escudinhos (PDF)
Brasil x Polônia 1978 - Cartela de escudinhos (PNG)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Kits: Alemanha Ocidental 1990

Até a década de 90, camisas de seleções de futebol carregavam apenas as cores de seus países e nada mais. Na grande maioria, eram lisas e traziam apenas detalhes nas golas, barras e coisas assim. Foi na copa da Itália que as camisas com grafismos começaram a ganhar espaço. Tchecoslováquia, URSS, Yugoslávia e Alemanha Ocidental, todas vestidas de Adidas, apresentaram camisas bastante diferentes do que as seleções costumavam usar. Dessas, entretanto, apenas a da Alemanha tornou-se um clássico. Na verdade, em minha humilde opinião, o maior deles, em se tratando de camisas de seleções, rivalizando com a canarinho brasileira, a azurra italiana e a laranja holandesa. A camisa alemã de 1990, campeã do mundo sobre a Argentina, numa final-revanche da copa de 1986, foi a primeira em que a Alemanha usou as cores de sua bandeira. Antes, as camisas alemãs eram em branco e preto (home) ou verdes (away). As reservas verdes (da cor da federação alemã) foram usadas até 94, para depois, cairem em desuso, substituídas primeiro por camisas pretas e hoje em dia, por camisas vermelhas. Mas as verdes usadas em 90, apenas no jogo contra a Inglaterra, foram um dos mantos mais fantásticos já vestidos por uma seleção. E a titular tornou-se simplesmente lendária, inesquecível. Os grafismos chegavam para ficar.

Alemanha Kit 1990 - Cartela de escudinhos (PDF)
(atualizado em 19/06/09)
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