Um minikit do time titular do Flamengo que se sagrou campeão ontem: Bruno, Leonardo Moura, David, Ronaldo Angelim, Aírton, Juan, Toró, Willians, Petkovic, Adriano e Zé Roberto.(PDF) (PNG)
- Há um certo encanto pairando sobre o Rio de Janeiro no que diz respeito a esportes, ultimamente. Houve a vitória olímpica, haverá a Copa de 2014 e pela primeira desde que me entendo por gente, um título do Flamengo não causou a angústia das torcidas rivais. No meu caso, vascaíno que sou, estava feliz porque meu time também terminou o ano de forma adequada. Além disso, Andrade, Petkovic e Ronaldo Angelim foram ídolos de meus times - de Vasco e Fortaleza - e ver suas glórias me fez feliz. Também fiquei feliz também pela permanência da série A do Botafogo da minha esposa e meu filho. E por fim, o Fluminense fechou com chave de ouro sua escalada redentora no campeonato, apesar de continuar devendo uma etapa terapêutica na série B à história dos campeonatos brasileiros.
- Já meus outros times no brasileiro decepcionaram. O São Paulo deixou escapar o hepta nas últimas três rodadas. O Atlético-MG foi o legítimo cavalo paraguaio, terminando fora do G4 e apenas com um dos artilheiros. O Grêmio foi irregular por todo o torneio. E o Coritiba, no ano de seu centenário, acabou tristemente rebaixado, em um jogo que terminou de forma grotesca. Também desceram o Sport, o Náutico e o Santo André.
- O Internacional, no final, acabou sendo o vice no ano do seu centenário, o que afinal, não foi pouca coisa. Decepcionantes mesmo foram o Palmeiras e o Santos dos "professores" Muricy e Luxemburgo, ambos conhecidos papões de pontos corridos. E o Cruzeiro, quem diria, abiscoitou, no apagar das luzes, uma vaga para a Libertadores.
- A série B mandou de volta para a elite dois campeões brasileiros: Vasco e Guarani. Junto a eles, dois clubes que não disputavam a série A fazia muito, muito tempo: o Ceará, que não participava do brasileirão desde 1993 e o Atlético-GO, cuja última participação aconteceu em 1986. Na outra ponta da tabela, minha maior dor no ano: a queda do Fortaleza para a série C, acompanhando o Juventude-RS, o ABC-RN e o Campinense-PB.
- Na terceirona, venceu o América-MG, o coelhão, que volta a sonhar com o retorno à elite. Junto a ele, subiram para a série B os briosos Icasa-CE, ASA-AL e Guaratinguetá-SP. Do outro lado, tomaram o rumo do inferno da série D os tradicionais Mixto-MS e Sampaio Correa-MA, o Confiança-SE e o Marcílio Dias-SC.
- E os grandes sobreviventes do ano, os campeões da série D, que sobem para a terceirona: o São Raimundo-PA - não confundir com o o homônimo amazonense -, o Macaé-RJ, o Alecrim-RN e a Chapecoense-SC. Ainda purgando nos círculos infernais da quarteirona, se encontram o Santa Cruz-PE, o Paulista-SP e o Ferroviário-CE. E ainda fora de qualquer disputa nacional, clubes tradicionais como o América e o Bangu, do Rio.
E foi isso. Parabéns aos campeões, sorte aos rebaixados e até o campeonato que vem.




















































