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domingo, 18 de dezembro de 2022

Copa do Mundo do Qatar, 2022 (2ª parte)

As partidas da fase de mata-mata da Copa do Mundo do Qatar foram de arrebentar corações fracos e enganar os mais afoitos. O Brasil fez sua melhor partida nas oitavas e goleou a Coréia do Sul. Portugal aplicou uma histórica goleada de 6x1 sobre a Suíça. Argentina, Inglaterra, França e Holanda despacharam seus adversários com certa tranquilidade. E aí começaram as surpresas. A Espanha foi eliminada pelo eficiente Marrocos de Hakimi, Ziyech e Amrabat. E a aflita Croácia teve trabalho para passar pelo Japão nos pênaltis. 

O afunilamento castigou vários favoritos em grandes jogos. A Argentina sofreu demais mas passou pela Holanda nos pênaltis. A França também suou para vencer a Inglaterra. Marrocos surpreendeu Portugal com uma defesa impenetrável e mandou Cristiano Ronaldo chorando para casa. E o Brasil, mais uma vez, caiu diante de um europeu, em um jogo praticamente ganho, jogado fora nos últimos quatro minutos por ingenuidade e despreparo mental. A aflita Croácia ainda tinha Modric em campo e isso fez toda a diferença.

Faltando quatro jogos, a França passou por Marrocos, primeira seleção africana a chegar numa semi-final, numa difícil partida. No outro jogo, a Argentina se vingou da derrota para a Croácia em 2018 pelos mesmos 3x0, em um dos melhores jogos da copa até então. O grand finale, contudo, estava guardado para a decisão. Marrocos e Croácia duelaram pelo 3º lugar e os balcânicos subiram ao pódio pela terceira vez na sua história. E no castigado campo do estádio Luzail, argentinos e franceses fizeram uma das melhores finais da história das copas, em que cada equipe dominou um dos tempos, em que os geniais Mbappé e Messi marcaram 3 e 2 gols, respectivamente, em que Emiliano Martinéz fez um verdadeiro milagre no último lance da prorrogação e em que os hermanos, mais inteiros e mais focados, venceram nas cobranças de pênaltis, sendo o último convertido pelo lateral Gonzalo Montiel. Uma final sensacional para uma emocionante Copa do Mundo.

Abaixo, os últimos grupos.


Grupo E





Grupo F






Grupo G






Grupo H




segunda-feira, 10 de maio de 2010

Kits: Grupo A da Copa do Mundo de 2010

Bem amigos do Escudinhos, neste instante começa a nossa Copa do Mundo de 2010. A partir de hoje e até o dia 3 de junho - uma semana antes do início da competição - vamos postar todas as seleções que vão disputar o torneio, grupo por grupo, sempre às segundas e às quintas-feiras, como vocês já estão acostumados.

Começamos então pelo interessante Grupo A, onde encontramos duas seleções campeãs do mundo: a França, que se classificou com sofrimento e irregularmente - quem não lembra do gol de mão de Thierry Henry contra a desafortunada Irlanda na repescagem européia? e o Uruguai, que também sofreu para se classificar. Foi só na repescagem, eliminando a Costa Rica. Além destas, temos a fraca seleção anfitriã, os bafana-bafana, a África do Sul, que periga, salvo alguma zebra desgarrada, ser a primeira seleção dona-da-casa a ser eliminada da competição ainda na primeira fase. Por fim, temos o México, que já sediou duas copas mas que nunca passou de mero coadjuvante nas diversas copas que disputou.

E que tal aproveitar estes posts e fazer uma primeira contagem? neste grupo, são três seleções que vestem Adidas - e três belos uniformes, bem equilibrados, com destaque para o reserva do México, todo preto - e o Uruguai que vem com o design Puma reservado às seleções fora da África, que, em minha opinião, estão sem graça e sem sal.

Bem, neste grupo eu torço pelos uruguaios, mesmo com o uniforme mais bobo. O uniforme mais bonito é o do México.


África do Sul 2010 - (PDF) (PNG)


França 2010 - (PDF) (PNG)


México 2010 - (PDF) (PNG)
Atualizado em 27/05/10


Uruguai 2010 - (PDF) (PNG)
Atualizado em 16/06/10

segunda-feira, 29 de março de 2010

Jogos Inesquecíveis: Brasil em semifinais (1ª parte)

Tenho a teoria, formada depois de assistir a pelo menos oito copas e estudar todo o resto delas, de que as semifinais são, na maior parte dos casos, os melhores jogos da copa. Na verdade, a semifinal é um jogo em que o físico da equipe já está no limite, mas ainda não se alcançou o cume da montanha - a final - e voltar para casa faltando um jogo (3° lugar não conta, ?) seria insuportável. A final costuma ser um jogo mais tenso, mais estudado, menos afoito. Semifinais são duelos de desesperados. Isto posto, apresento quatro emocionantes semifinais das quais o Brasil participou - e venceu. E em apenas uma delas, não foi o time que se sagraria o campeão do mundo.

1958 - O Brasil enfrentou os franceses em três ocasiões nas Copas do Mundo. Três delas foram traumáticas para os brasileiros - em 1986, 1998 e 2006. A outra ocasião, contudo, talvez tenha doído mais nos gauleses do que jamais doeu nos brasileiros. O time derrotado em 1958 pelo esquadrão de Feola - com Pelé, Didi, Vavá, Garrincha e outros gênios - era a mais esperançosa seleção francesa que já chegara a uma copa. Um de seus jogadores, Just Fontaine, magrebino como Zidane, era um extra-classe. É dele, até hoje, o recorde de gols marcados numa única copa, treze. Mas Fontaine era apenas um. No estádio Råsunda, a França foi abatida como um frango por 5x2. Parecia até que ia ser difícil. Vavá marcou um golaço aos dois minutos e justo Fontaine (sem trocadilho) empatou aos nove. Depois veio o massacre: um golaço de Didi e três gols de Pelé, com um show de Garrincha em campo. A França ainda descontou mas era tarde. O Brasil prosseguia na copa, para com o manto azul de Nossa Senhora, derrotar os vikings suecos em seus próprios domínios.

Brasil 5x2 França 1958 - (PDF) (PNG)


1970 - Vinte anos depois do maracanazo, Brasil e Uruguai se encontraram em um jogo de Copa do Mundo e o final da história não poderia ter sido melhor para os brasileiros. A boa seleção cisplatina não foi páreo para a máquina do tri. O Uruguai saiu na frente - Luiz Cubilla marcou aos 18 minutos - e depois assistiu a uma apresentação de gala de Pelé, que não fez gol - foram marcados por Clodoaldo, Jairzinho e Rivelino - mas fez chover. O jogo foi dele, que comandou o ataque, fez jogadas magistrais, entre elas o mais bonito não-gol da história, num drible desconcertante e inesquecível sobre Mazurkiewicz, e ainda teve tempo para aplicar uma cotovelada em um dos defensores uruguaios que o acossava em campo e sair com a expressão cínica e inocente de quem não tinha feito nada, enquanto seu marcador agonizava no gramado. Expulso, não poderia estar na final. Mas juiz algum teria a coragem de fazê-lo e o pusilânime espanhol Jose Maria de Mendibil, para a felicidade dos brasileiros, não o fez. Um jogo espetacular para vingar a alma de toda uma torcida.

Brasil 3x1 Uruguai 1970 - (PDF) (PNG)

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Jogos Inesquecíveis: Brasil em eliminatórias para Copa.

Existe uma lenda que diz que, quando o Brasil vai mal nas eliminatórias para a Copa, ele vai se dar bem na Copa em si. Basta lembrar o sofrimento que foram as eliminatórias das três últimas Copas vencidas pela seleção brasileira. A máquina campeã em 1970 era uma seleção desestruturada nas eliminatórias, e ainda teve seu técnico substituído a força no último momento. A seleção de 2002, penou o diabo, já sob o comando de Luiz Felipe Scolari, para obter, no último jogo contra a Venezuela, a classificação. Contudo, das eliminatórias difíceis, creio que nenhuma supera o drama que a seleção de 1993, comandada por Carlos Alberto Parreira, passou. E hoje, vamos lembrar os dois jogos mais significativos daquela disputa.

La Paz, julho de 1993 - Está certo que jogar no estádio Hernando Siles, na miserável altitude de La Paz não é coisa para fracos. E também está certo que o time da Bolívia que ia jogar contra o Brasil era a melhor seleção que a pátria de Hugo Banzer e Evo Morales formava em décadas, tanto que se classificou para a copa de 1994, no final das contas. Ter perdido por 2x0 para aquele bom time da Bolívia em casa não devia ser um desastre de grandes proporções. Mas foi, porque era simplesmente a primeira derrota da história da seleção brasileira em um jogo de eliminatórias. E esta derrota passou, para o bem e para o mal, por sob as pernas do goleiro Taffarel, que defendeu um penalty, enroscando a bola entre suas pernas, e levou dois gols por baixo delas, o primeiro, um frangaço de proporções homéricas. Parreira foi questionado, a pressão sobre o time era enorme e a coisa quase desandou. Dois meses depois, contudo, a história seria outra.

Brasil x Bolívia 1993 - (PDF) (PNG)


Rio de Janeiro, setembro de 1993 - A última partida do grupo do Brasil nas eliminatórias para a Copa de 1994 aconteceu no Maracanã. A Bolívia já estava classificada e Brasil e Uruguai tinham chances ainda. Os uruguaios trouxeram na bagagem o velho fantasma de Ghiggia para apavorar os brasileiros. Mas a seleção tinha uma última carta na manga, carta essa enfiada - literalmente - goela abaixo do treinador: o baixinho Romário, que ainda no início das eliminatórias se indispusera com Parreira e fora por ele barrado. Só que ele, o baixinho, estava no auge da forma e o clamor popular foi tão grande pela sua convocação, e a partida final prometia ser de tal dramaticidade e dificuldade que Parreira não teve escolha. O que se viu naquele 19 de setembro no Maracanã, contudo, não poderia estar escrito em livro algum. De um lado, um Uruguai apático e visivelmente apavorado. Do outro, uma seleção disposta a dar uma aula de futebol, capitaneada por um atacante em um dia mágico. Foram apenas dois gols - o segundo, uma pintura de arrancada, em que o bom goleiro Siboldi viu-se vergonhosamente vencido - e foi pouco. Romário ganhou aquele jogo para o Brasil, classificou a seleção para a Copa, carimbou seu próprio passaporte e o resto é história.

Brasil x Uruguai 1993 - (PDF) (PNG)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Jogos Inesquecíveis: Mundialito do Uruguai (Final)

Chegamos ao dia 10 de janeiro de 1981. O estádio Centenário recebeu Brasil e Uruguai para a decisão do Mundialito. Não havia como negar que a torcida brasileira estava eufórica com a histórica goleada sobre a Alemanha. Mais que isso, era uma torcida faminta por um título, qualquer título, o que não acontecia há dez anos. O Uruguai parecia apenas um time qualquer e a vitória - com sabor de maracanazo para os donos da casa - era coisa que parecia líquida e certa. Mas a camisa celeste não pesa tão menos na história que o manto canarinho e os uruguaios jogaram como nunca naquele dia. O Brasil, que não teve uma atuação tão brilhante quanto a do jogo contra os alemães acabaram melancolicamente derrotados. Os gols, ocorridos no segundo tempo, de Barrios, Sócrates e finalmente o gol da vitória, marcado de cabeça pelo artilheiro Victorino, deram a vitória àquele grande time uruguaio que, lamentável e injustamente, acabou fora da copa de 1982, eliminados em pleno Centenário pelo infame Peru de Quiroga e Oblitas, que junto com o Brasil, Chile e Argentina, foram as seleções do continente na Espanha. A frustração da perda do Mundialito pelos brasileiros foi grande para sua torcida. Nada comparável, contudo, à que viria no ano seguinte, num certo estádio Sarriá. Mas isso, é outra história.


Brasil 1x2 Uruguai 1981 (PDF) (PNG)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Jogos Inesquecíveis: Mundialito do Uruguai (1ª parte)

Bom dia, caros, nobres e queridos leitores. Hoje começa novamente a nossa interminável saga através das cartelas de escudinhos para botões. Como vocês já foram informados, até julho deste ano, estaremos em clima de Copa do Mundo. Serão dezenas de postagens, recheadas de kits de seleções que jogaram nas copas, outras que não participaram e muitos jogos inesquecíveis. Para comemorar nosso retorno, teremos nesta semana um pequenos especial sobre um torneio que muitos aqui lembrarão com carinho, apesar do final infeliz para os brasileiros: o Mundialito do Uruguai, realizado entre dezembro de 1980 e janeiro de 1981.

Em 1980, o Uruguai celebrava os 50 anos da primeira Copa do Mundo, a de 1930, realizada lá mesmo na ex-Província Cisplatina. Para a comemoração desse acontecimento - que fará 80 anos agora em 2010 - o Uruguai convidou para um pequeno torneio, as seleções dos países que haviam conquistado a copa até então. Com exceção da Inglaterra, substituída então pela Holanda, a vice-campeã mundial da época - todos os países aceitaram. O primeiro grupo formou-se com os holandeses, já sem Cruyff, Rep e Resenbrink e na verdade, nem sombra do que fora a laranja mecânica de 74; a Itália - que surpreenderia o mundo um ano depois na Espanha - sem Paolo Rossi mas com um iniciante Franco Baresi junto aos experientes Cabrini e Gentile; e o Uruguai, uma forte seleção de jogadores explêndidos, como o goleiro Rodolfo Rodriguez, o zagueiro Hugo De León e o centroavante Victorino. Com todos os jogos realizados no Estádio Centenário, o Uruguai passou tanto pela Holanda quanto pela Itália pelo placar de 2x0. Como holandeses e italianos acabaram empatando em 1x1, o Uruguai saiu classificado para a final. Com vocês agora, os três jogos do primeiro grupo do Mundialito.


Uruguai 2x0 Holanda 1981 (PDF) (PNG)


Uruguai 2x0 Itália 1981 (PDF) (PNG)


Itália 1x1 Holanda 1981 (PDF) (PNG)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Kits: Peru e Uruguai 2008

Dois últimos kits das eliminatórias sul-americanas para a copa de 2010: Peru e Uruguai - próximo adversário do Brasil - em seus kits atuais.

 
Peru kit 2008 - Cartela de escudinhos (PDF) 
Uruguai kit 2008 - Cartela de escudinhos (PDF) 

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Avisos e Updates

Bem, segunda-feira ainda não acabou, então a promessa de um post ainda tá valendo. O tempo tá curto, a vida tá enrolada mas obviamente que ninguém tem nada com isso e então vamo em frente como dá. Hoje temos apenas três atualizações: Brasil x Uruguai 1950, Itália x Coréia do Sul 2002 e Brasil kit 2008.

De qualquer modo, a semana foi boa com a notícia da rescisão de contrato de meu Vascão com a Champs (torço muito pra que venha uma Lotto da vida...) e o lançamento de vários kits novos do brasileirão que eu já estou atualizando também. Pra começar, a partir de amanhã, Botafogo e Corinthians. Na sexta, Figueirense e Fluminense. É só aguardar.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Jogos Inesquecíveis: Brasil x Inglaterra 1970, Brasil x URSS 1958 e Brasil x Uruguai 1950

Muitas de minhas cartelas aqui serviram para homenagear grandes jogadores de futebol. O Fernando, contudo, percebeu que eu nunca havia feito homenagem nelas a nenhum grande goleiro. Assim, me sugeriu três jogos inesquecíveis, nos quais os goleiros são personagens mais que principais. - Dizem que o Brasil de 1970 foi o melhor time de futebol de todos os tempos. Apesar disso, os jogos na copa do mundo do México não foram exatamente fáceis. Que o diga o time que enfrentou, logo na segunda partida da primeira fase, a poderosa Inglaterra campeã do mundo, com Bobby Charlton e tudo. O Brasil venceu, com um gol de Jairzinho - que marcou em todas as pardidas do torneio - mas a jogada mais espetacular da peleja pôs cara a cara dois gênios. De um lado, o rei Pelé. Do outro, um legendário goleiro chamado Gordon Banks, que perpetrou naquele 7 de junho, a mais espetacular defesa já realizada, uma jogada indescritível, de perfeição contra perfeição, sendo que a bola, caprichosa, acabou obedecendo, naquele dia, à vontade do inglês.

 
Brasil x Inglaterra 1970 - Cartela de escudinhos (PDF) 

- No dia 15 de junho de 1958, uma lenda entrou em campo no estádio de Gotemburgo, mas duas sairam dele. De um lado, um dos maiores goleiros da história, o aranha negra Lev Yashin, defendendo a equipe da União Soviética. Do outro, o camisa 11 do Brasil, um jogador moreno, atarracado e de ridículas pernas tortas, tão melancolicamente ingênuo que chamava todo e qualquer zagueiro de João e, segundo diziam, tinha apenas uma jogada: um drible rápido para a direita. Pois foi naquele jogo que o mundo soube quem era um tal de Mané Garrincha. Daquele dia em diante todos descobriram que nenhum João do mundo pararia aquele infernal ponta-direita. E assim, a copa da Suécia começou a ser ganha, a partir daquele jogo em que Vavá fez Yashin buscar duas vezes a bola no fundo das redes.

 
Brasil x URSS 1958 - Cartela de escudinhos (PDF)

- Seria possível definir em poucas linhas o que foi a maior tragédia do futebol brasileiro, o maracanazo de 16 de julho de 1950, o título perdido para o Uruguai em pleno e monumental Maracanã, o maior do mundo, tomado por 200 mil almas entregues às lágrimas e ao mais doloroso silêncio, onde só o que se ouvia eram os urros heróicos do capitão uruguaio Obdúlio Varela? Tudo o que podia ser contado sobre esse jogo já o foi, menos talvez que o pai deste que vos escrevinha também era um dos arrasados espectadores naquele estádio. Em campo, um brasileiro acabou recebendo injustamente todo o peso daquele fracasso em suas costas: o goleiro vascaíno Moacyr Barbosa do Nascimento, um dos maiores que este país já viu jogar. Responsabilizado na jogada em que Alcides Gigghia conseguiu com um potente chute de direita, colocar a bola entre o goleiro e a trave, Barbosa, cúmplice do destino, e outros tantos goleiros negros, estigmatizados junto com o ex-ídolo, pagaram por toda a vida o preço daquela monumental derrota. (Nota: este foi um dos primeiros jogos em que os jogadores usaram números nas camisas. A seleção uruguaia jogou sem escudos em sua tradicional celeste olímpica. Aqui, peço a permissão para colocar os escudos uruguaios dos bicampeões mundiais.)

Brasil x Uruguai 1950 - Cartela de escudinhos (PDF) 
Brasil x Uruguai 1950 - Youtube (atualizado em 18/05/09)

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Kits: Chile 1990, Uruguai 1995 e Paraguai 2008

Encerrando essa semana cheia de kits, três seleções sulamericanas em diversos anos. O Chile de 1990 com tradicional uniforme Adidas, idêntico ao utilizado naquela inesquecível partida das eliminatórias para a Copa da Itália, quando o goleiro Rojas simulou ter sido atingido por um rojão jogado por uma moça - Rosenery - que viria a ser conhecida como "a fogueteira". Descoberta a farsa, o Chile acabou eliminado da copa e Rojas, banido do futebol. Depois, a pedido do Leonardo, a seleção do Uruguai com uniforme NR de 1995. Por fim, o belo uniforme Adidas da bela seleção do Paraguai que vai liderando as eliminatórias para a copa de 2010.








Chile kit 1990 - Cartela de escudinhos (PDF)
Chile kit 1990 - Cartela de escudinhos (PNG)









Uruguai kit 1995 - Cartela de escudinhos (PDF)
Uruguai kit 1995 - Cartela de escudinhos (PNG)









Paraguai kit 2008 - Cartela de escudinhos (PDF)
Paraguai kit 2008 - Cartela de escudinhos (PNG)
(atualizado em 24/05/2009)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Clássicos: Argentina x Uruguai 1986

O clássico Argentina x Uruguai é o jogo entre seleções que mais vezes ocorreu na história do futebol. Foram 161 partidas desde 1901. Esse jogo também foi o primeiro confronto oficial ocorrido fora da Inglaterra e ainda foi a final da primeira Copa do Mundo, em 1930. As duas seleções platinas só voltariam a se enfrentar numa copa, após 56 anos. O jogo aconteceu em 16 de junho de 86, na cidade mexicana de Puebla. De um lado, a demolidora Argentina de Maradona, Burruchaga e Ruggeri. Do outro, o enfraquecido Uruguai de Francescoli e Dario Pereyra, classificado apenas entre os melhores terceiros lugares e que já tinha sofrido uma humilhante derrota para a Dinamarca. Apesar da diferença entre os times, o jogo foi duro, como convém a um grande clássico. Ao final, com apenas um gol de Pasculli, a Argentina venceu, classificando-se para a fase seguinte, onde enfrentaria a Inglaterra num dos jogos mais lendários da história das copas do mundo.

Argentina x Uruguai 1986 - Cartela de escudinhos (PDF)
Argentina x Uruguai 1986 - Cartela de escudinhos (PNG)
Argentina x Uruguai 1986 - Youtube

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Atendendo a pedidos (10)

Este post é para atender aos pedidos do Fernando Bezerra e do Valtemir. Três seleções e um jogo inesquecível: da copa de 1994, nos EUA, a Bulgária de Stoitchkov e a Romênia de Hagi; de 1986, a Dinamarca de Elkjaer Larsen e Michael Laudrup e o jogo que apresentou essa mesma Dinamarca ao mundo e criou a mística da "dinamáquina": Dinamarca 6x1 Uruguai, na copa do México, em 86.








Bulgária 1994 - Cartela de escudinhos (PDF)
Bulgária 1994 - Cartela de escudinhos (PNG)









Romênia 1994
- Cartela de escudinhos (PDF)
Romênia 1994 - Cartela de escudinhos (PNG)









Dinamarca 1986 - Cartela de escudinhos (PDF)
Dinamarca 1986 - Cartela de escudinhos (PNG)









Dinamarca x Uruguai 1986 - Cartela de escudinhos (PDF)
Dinamarca x Uruguai 1986 - Cartela de escudinhos (PNG)