Um dos pedidos mais frequentes aqui no blog é o das seleções completas dessa ou daquela Copa do Mundo. Atualmente, temos fechada (quase, para falar a verdade... falta um minikit reserva da Polônia que qualquer hora eu posto) somente a copa de 1978, na Argentina, que agora vocês podem acessar pela categoria "Copa 1978". Pois verificando as postagens já realizadas, percebi que já estão no blog muitas seleções de várias copas, cujas categorias eu vou colocar aos poucos a partir de hoje. E até agosto, eu vou postar, em algumas semanas especiais, seleções que fizeram história nas copas do mundo, principalmente as que enfrentaram o Brasil e outras menos cotadas. Vão sair posts das copas de 86, 90, 94, 98, 2002 e 2006. Hoje e quinta-feira, seleções da Copa da Espanha em 1982, que em breve, deverá ser a segunda copa completamente fechada. Espero que curtam.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Jogos Inesquecíveis: Brasil em Copas (2ª parte)
Mais três jogos inesquecíveis para a gente lembrar da participação brasileira nas Copas do Mundo. Hoje, duas importantes vitórias e uma derrota marcante para vocês curtirem e relembrarem.
1954 - Na primeira copa em que o Brasil utilizou a camisa amarela que faria história no mundo do futebol, a camisa que encantava o mundo, na verdade, era a vermelha dos mágicos magiares, a fabulosa seleção húngara que já assombrara o mundo desde o ano anterior, ao derrotar a poderosa Inglaterra pela primeira vez em Wembley. Pois foi sem seu maior ídolo, Puskás, que os húngaros enfrentaram o Brasil nas quartas de final da copa da Suíça. O jogo, que por sua violência ficou conhecido como a batalha de Berna, acabou com um saldo até pequeno de expulsões - apenas duas. Isso não diz o que foi aquela cruenta partida, em que o Brasil foi eliminado da competição, após perder por 4x2. A Hungria, como é sabido, venceria o Uruguai campeão do mundo em uma emocionante semi-final e partiria para encontrar sua nêmesis - a Alemanha de Fritz Walter - na dramática final que sepultou um dos maiores times da história.
1982 - A seleção de Telê Santana chegara à Espanha, em 1982, envolta em um misto de descrença e esperança. A derrota no mundialito do Uruguai um ano antes, tinha sido um duro golpe na renovação que se dava no time que disputara a copa anterior. Da copa de 78, em campo para a primeira partida, contra a forte União Soviética de Blokhim e Dassaiev, estavam Oscar, Dirceu e Zico, dessa vez titular absoluto do meio campo. E a partida começou mal, muito mal. Nervoso e desestruturado em campo, o Brasil cedeu espaços e aos 34 min, o jogador soviético Bal acertou um chute que o goleiro Valdir Peres - em um frango histórico - não conseguiu segurar. No segundo tempo, porém, a seleção começaria a mostrar um bom futebol. A partir daí, até o desastre do Sarriá, os brasileiros apresentaram um jogo encantador, mágico, vistoso e acima de tudo efetivo. O Brasil virou o jogo, com dois arrepiantes golaços de Sócrates e Éder em que o fabuloso goleiro Rinat Dassaiev nada pode fazer.
2002 - O meio campista Ronaldinho Gaúcho, eleito melhor jogador do mundo e ídolo em times como o Barcelona e o Milan, teve poucos momentos de brilho na seleção brasileira, apesar de seu incrível talento com a bola. Em jogos esporádicos, de eliminatórias e copas América, Ronaldinho brilhou, mas jamais foi, com a amarelinha, o craque infernal que era nos clubes. Entre os poucos jogos em que ele teve uma atuação verdadeiramente de gala na seleção, o mais importante, sem dúvida é o das quartas-de-final contra a Inglaterra, na copa de 2002. No mais tenso dos jogos brasileiros naquela copa, o camisa 11 brilhou fazendo a jogada do gol de Rivaldo - o de empate, pois os britânicos haviam saído na frente - e depois fazendo o gol da vitória numa cobrança de falta magistral que deixou abismados os torcedores e humilhado o goleiro inglês Seaman. Ronaldinho ainda teve tempo de ser expulso de campo por uma jogada faltosa, mas retornou para a partida final contra a Alemanha para comemorar o penta conquistado pela famiglia Scolari.
1954 - Na primeira copa em que o Brasil utilizou a camisa amarela que faria história no mundo do futebol, a camisa que encantava o mundo, na verdade, era a vermelha dos mágicos magiares, a fabulosa seleção húngara que já assombrara o mundo desde o ano anterior, ao derrotar a poderosa Inglaterra pela primeira vez em Wembley. Pois foi sem seu maior ídolo, Puskás, que os húngaros enfrentaram o Brasil nas quartas de final da copa da Suíça. O jogo, que por sua violência ficou conhecido como a batalha de Berna, acabou com um saldo até pequeno de expulsões - apenas duas. Isso não diz o que foi aquela cruenta partida, em que o Brasil foi eliminado da competição, após perder por 4x2. A Hungria, como é sabido, venceria o Uruguai campeão do mundo em uma emocionante semi-final e partiria para encontrar sua nêmesis - a Alemanha de Fritz Walter - na dramática final que sepultou um dos maiores times da história.
1982 - A seleção de Telê Santana chegara à Espanha, em 1982, envolta em um misto de descrença e esperança. A derrota no mundialito do Uruguai um ano antes, tinha sido um duro golpe na renovação que se dava no time que disputara a copa anterior. Da copa de 78, em campo para a primeira partida, contra a forte União Soviética de Blokhim e Dassaiev, estavam Oscar, Dirceu e Zico, dessa vez titular absoluto do meio campo. E a partida começou mal, muito mal. Nervoso e desestruturado em campo, o Brasil cedeu espaços e aos 34 min, o jogador soviético Bal acertou um chute que o goleiro Valdir Peres - em um frango histórico - não conseguiu segurar. No segundo tempo, porém, a seleção começaria a mostrar um bom futebol. A partir daí, até o desastre do Sarriá, os brasileiros apresentaram um jogo encantador, mágico, vistoso e acima de tudo efetivo. O Brasil virou o jogo, com dois arrepiantes golaços de Sócrates e Éder em que o fabuloso goleiro Rinat Dassaiev nada pode fazer.
2002 - O meio campista Ronaldinho Gaúcho, eleito melhor jogador do mundo e ídolo em times como o Barcelona e o Milan, teve poucos momentos de brilho na seleção brasileira, apesar de seu incrível talento com a bola. Em jogos esporádicos, de eliminatórias e copas América, Ronaldinho brilhou, mas jamais foi, com a amarelinha, o craque infernal que era nos clubes. Entre os poucos jogos em que ele teve uma atuação verdadeiramente de gala na seleção, o mais importante, sem dúvida é o das quartas-de-final contra a Inglaterra, na copa de 2002. No mais tenso dos jogos brasileiros naquela copa, o camisa 11 brilhou fazendo a jogada do gol de Rivaldo - o de empate, pois os britânicos haviam saído na frente - e depois fazendo o gol da vitória numa cobrança de falta magistral que deixou abismados os torcedores e humilhado o goleiro inglês Seaman. Ronaldinho ainda teve tempo de ser expulso de campo por uma jogada faltosa, mas retornou para a partida final contra a Alemanha para comemorar o penta conquistado pela famiglia Scolari.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Jogos Inesquecíveis: Brasil em Copas (1ª parte)
Esta semana é didicada à nossa seleção canarinho, como haverá, até o início da Copa de 2010, outras semanas dedicadas a seleções que também conquistaram o título do mundo. Hoje, as três finais brasileiras que faltavam em nosso blog, já que as cartelas das conquistas de 1958 e 2002 já haviam sido publicadas.
1962 - O Brasil veio para a copa realizada no Chile com a mesma base da copa anterior - a da Suécia, onde havia sido campeão - mas com um desfalque de proporções reais: Pelé, machucado, ficou fora do torneio. Amarildo, o jogador chamado para substituí-lo, contudo, fez uma copa irrepreensível, com uma raça que justificava seu apelido: o possesso. Além do mais, o Brasil tinha Garrincha em estado de graça, melhor ainda que em 1958. Não foi possível parar a seleção de Mauro, Vavá, Zagallo e Nilton Santos. À briosa Tchecoslováquia, no final, só restou assistir ao passeio e amargar outro vice-campeonato. O Brasil era bi.
1970 - A máquina montada por João Saldanha e comandada finalmente por Zagallo chegara ao final da copa de 1970. A adversária era a Itália, que derrotara a Alemanha em uma semi-final dramática, chamada até hoje por alemães e italianos de o jogo do século. O Brasil saiu na frente com um gol de Pelé, mas Bonisegna empatou logo em seguida. O que parecia que ia ser um jogo tenso e marcado, contudo, transformou-se na mais arrepiante aula de futebol que se tem lembrança na história do esporte. No dia 21 de junho de 70, o gigantesco Estádio Azteca presenciou um jogo legendário, mitológico, que acabou - depois de dois gols, de Gérson e Jairzinho - em um dos gols mais fantásticos de todos os tempos, onde o capitão Carlos Alberto Torres sepultava, depois de uma jogada absolutamente fabulosa de Clodoaldo, Rivelino, Jairzinho e Pelé, os sonhos do tricampeonato da squadra azurra. Era o Brasil quem levantaria a taça do tri.
1994 - Contestada do início ao fim, antes e depois de sua conquista, a equipe comandada por Carlos Alberto Parreira e capitaneada por Dunga, causou, na visão de muitos estudiosos do esporte, mais malefícios que benefícios ao futebol brasileiro. Contudo, para a torcida brasileira, poucas vezes uma seleção causou tanto furor, tanto fervor. Era o primeiro título da era da mega transmissão futebolística. As frustrações que vinham desde 1974 acabaram por tornar a conquista do tetra um marco na história do time. A copa de 1994 foi dura, difícil, tensa até o último momento da final por pênaltis contra - novamente - a Itália. Mas a geração de Bebeto, Romário, Dunga e Taffarell deixou imagens e gols inesquecíveis para toda uma geração ávida por uma vitória que demorou vinte e quatro anos para chegar.
1962 - O Brasil veio para a copa realizada no Chile com a mesma base da copa anterior - a da Suécia, onde havia sido campeão - mas com um desfalque de proporções reais: Pelé, machucado, ficou fora do torneio. Amarildo, o jogador chamado para substituí-lo, contudo, fez uma copa irrepreensível, com uma raça que justificava seu apelido: o possesso. Além do mais, o Brasil tinha Garrincha em estado de graça, melhor ainda que em 1958. Não foi possível parar a seleção de Mauro, Vavá, Zagallo e Nilton Santos. À briosa Tchecoslováquia, no final, só restou assistir ao passeio e amargar outro vice-campeonato. O Brasil era bi.
1970 - A máquina montada por João Saldanha e comandada finalmente por Zagallo chegara ao final da copa de 1970. A adversária era a Itália, que derrotara a Alemanha em uma semi-final dramática, chamada até hoje por alemães e italianos de o jogo do século. O Brasil saiu na frente com um gol de Pelé, mas Bonisegna empatou logo em seguida. O que parecia que ia ser um jogo tenso e marcado, contudo, transformou-se na mais arrepiante aula de futebol que se tem lembrança na história do esporte. No dia 21 de junho de 70, o gigantesco Estádio Azteca presenciou um jogo legendário, mitológico, que acabou - depois de dois gols, de Gérson e Jairzinho - em um dos gols mais fantásticos de todos os tempos, onde o capitão Carlos Alberto Torres sepultava, depois de uma jogada absolutamente fabulosa de Clodoaldo, Rivelino, Jairzinho e Pelé, os sonhos do tricampeonato da squadra azurra. Era o Brasil quem levantaria a taça do tri.
1994 - Contestada do início ao fim, antes e depois de sua conquista, a equipe comandada por Carlos Alberto Parreira e capitaneada por Dunga, causou, na visão de muitos estudiosos do esporte, mais malefícios que benefícios ao futebol brasileiro. Contudo, para a torcida brasileira, poucas vezes uma seleção causou tanto furor, tanto fervor. Era o primeiro título da era da mega transmissão futebolística. As frustrações que vinham desde 1974 acabaram por tornar a conquista do tetra um marco na história do time. A copa de 1994 foi dura, difícil, tensa até o último momento da final por pênaltis contra - novamente - a Itália. Mas a geração de Bebeto, Romário, Dunga e Taffarell deixou imagens e gols inesquecíveis para toda uma geração ávida por uma vitória que demorou vinte e quatro anos para chegar.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Jogos Inesquecíveis: Mundialito do Uruguai (Final)
Chegamos ao dia 10 de janeiro de 1981. O estádio Centenário recebeu Brasil e Uruguai para a decisão do Mundialito. Não havia como negar que a torcida brasileira estava eufórica com a histórica goleada sobre a Alemanha. Mais que isso, era uma torcida faminta por um título, qualquer título, o que não acontecia há dez anos. O Uruguai parecia apenas um time qualquer e a vitória - com sabor de maracanazo para os donos da casa - era coisa que parecia líquida e certa. Mas a camisa celeste não pesa tão menos na história que o manto canarinho e os uruguaios jogaram como nunca naquele dia. O Brasil, que não teve uma atuação tão brilhante quanto a do jogo contra os alemães acabaram melancolicamente derrotados. Os gols, ocorridos no segundo tempo, de Barrios, Sócrates e finalmente o gol da vitória, marcado de cabeça pelo artilheiro Victorino, deram a vitória àquele grande time uruguaio que, lamentável e injustamente, acabou fora da copa de 1982, eliminados em pleno Centenário pelo infame Peru de Quiroga e Oblitas, que junto com o Brasil, Chile e Argentina, foram as seleções do continente na Espanha. A frustração da perda do Mundialito pelos brasileiros foi grande para sua torcida. Nada comparável, contudo, à que viria no ano seguinte, num certo estádio Sarriá. Mas isso, é outra história.quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Jogos Inesquecíveis: Mundialito do Uruguai (2ª parte)
Brasil, Argentina e Alemanha Ocidental faziam o grupo 2 do Mundialito do Uruguai e eram times que se encontravam em fases bem diferentes. A Argentina era a campeã mundial e trazia na bagagem um jogador que começava a assombrar o planeta: Diego Armando Maradona. A Alemanha, campeã seis anos antes, renovava seu elenco que, contudo, não seria o que mostraria toda sua força na Espanha no ano seguinte. O Brasil, por sua vez, vinha de traumáticas campanhas, em 78 e 74. A seleção, contudo, tinha um técnico com idéias arejadas e modernas - Telê Santana e tinha craques que vinham despontando como esperança para a copa que viria no ano seguinte, como Sócrates e Júnior. Poucos sobraram da campanha anterior - Oscar e Batista eram alguns - e várias experiências - como a entrada de Renato e Edevaldo - estavam sendo feitas. No decorrer do torneio, contudo, o time começou a dar mostras do que poderia ser a seleção do ano seguinte e espantou os torcedores com belas atuações. A forte Argentina venceu a Alemanha no primeiro jogo e acabou empatando com o Brasil no segundo. O jogo Brasil e Alemanha, porém, foi um daqueles jogos que até hoje arrepia quem lembra dele. Um magnífico gol de falta de Júnior e uma atuação infernal de Zé Sérgio - possivelmente o último verdadeiro ponta a jogar pela seleção brasileira, serviram para atropelar os tedescos por 4x1 e garantir, no saldo de gols, a ida do Brasil para a final contra os donos da casa.segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Jogos Inesquecíveis: Mundialito do Uruguai (1ª parte)
Bom dia, caros, nobres e queridos leitores. Hoje começa novamente a nossa interminável saga através das cartelas de escudinhos para botões. Como vocês já foram informados, até julho deste ano, estaremos em clima de Copa do Mundo. Serão dezenas de postagens, recheadas de kits de seleções que jogaram nas copas, outras que não participaram e muitos jogos inesquecíveis. Para comemorar nosso retorno, teremos nesta semana um pequenos especial sobre um torneio que muitos aqui lembrarão com carinho, apesar do final infeliz para os brasileiros: o Mundialito do Uruguai, realizado entre dezembro de 1980 e janeiro de 1981.Em 1980, o Uruguai celebrava os 50 anos da primeira Copa do Mundo, a de 1930, realizada lá mesmo na ex-Província Cisplatina. Para a comemoração desse acontecimento - que fará 80 anos agora em 2010 - o Uruguai convidou para um pequeno torneio, as seleções dos países que haviam conquistado a copa até então. Com exceção da Inglaterra, substituída então pela Holanda, a vice-campeã mundial da época - todos os países aceitaram. O primeiro grupo formou-se com os holandeses, já sem Cruyff, Rep e Resenbrink e na verdade, nem sombra do que fora a laranja mecânica de 74; a Itália - que surpreenderia o mundo um ano depois na Espanha - sem Paolo Rossi mas com um iniciante Franco Baresi junto aos experientes Cabrini e Gentile; e o Uruguai, uma forte seleção de jogadores explêndidos, como o goleiro Rodolfo Rodriguez, o zagueiro Hugo De León e o centroavante Victorino. Com todos os jogos realizados no Estádio Centenário, o Uruguai passou tanto pela Holanda quanto pela Itália pelo placar de 2x0. Como holandeses e italianos acabaram empatando em 1x1, o Uruguai saiu classificado para a final. Com vocês agora, os três jogos do primeiro grupo do Mundialito.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Clássicos: Perebas x Tabajara 2009
Caros senhores, leitores e amigos do blog, encerro aqui este ano trabalhoso mas produtivo com um presentinho para vocês que tantos pedidos me fazem: um clássico do futebol ruim brasileiro, um jogo fadado a uma eterna derrota dupla, algo tão surreal quanto engraçado. Vejam, amigos, o kit do Tabajara Futebol Clube, o autodenominado pior time do mundo, time dos craques Marrentinho Carioca, Pinico, Vaca e tantos outros aclamados pela comédia afora. E para enfrentá-los, um time que consegue ser tão ruim, mas tão ruim que nem sequer listado entre os piores do mundo está: a poderosa esquadra bolínea, Os Pereba, time do DCC da UFMG criado em 1994 e que jamais venceu uma partida sequer na vida, não se sabe se por só se apresentarem completamente bêbados em campo ou se por utilizarem uma discreta vestimenta com bolinhas coloridas ou se por só saberem jogar com a bola quadrada que lhes é símbolo. Fica a dúvida e fica o desafio para vocês: dizer para mim, depois, quem ganhou essa feroz disputa na tábua onde peleam os botõezinhos.
E com essa post, eu me despeço para umas merecidas férias. Em janeiro, começaremos a jornada rumo à África do Sul.
Abraços a todos e boas festas.
E com essa post, eu me despeço para umas merecidas férias. Em janeiro, começaremos a jornada rumo à África do Sul.
Abraços a todos e boas festas.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Kits: Argentinos Juniors, Arsenal, Banfield e Boca Jrs 2009
E chegamos - finalmente! - ao encerramento da série de posts com clubes europeus e latinos. A última postagem traz quatro clubes argentinos: o Boca Jrs, com seu uniforme atual, que causou polêmica entre os xeneizes por ter utilizado pela primeira vez, uma marca de patrocínio - da LG - com a cor vermelha, do arqui-rival River Plate. O dinheiro falou mais alto, obviamente e a marca permaneceu inalterada. Também trazemos o Argentinos Juniors, clube que revelou um certo Diego Armando Maradona ao mundo; o exótico Arsenal de Sarandi, clube que tem cruzado frequentemente com os brasileiros nas Libertadores e Sulas da vida; e por fim, o Banfield, que logrou conquistar pela primeira vez em seus 119 anos, um título de primeira divisão argentino, no caso, o recém encerrado apertura de 2009.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Kits: CSKA Moscou, Shakhtar Donetsk e Zenit 2009
Os últimos clubes europeus do ano fazem parte de duas nações da antiga União Soviética. São eles o CSKA Moscou, russo, clube recentemente treinado pelo galinho Zico; o Zenit, de São Petersburgo, que apareceu para o público na última Copa dos Campeões da Europa e o Shakhtar Donetsk da Ucrânia, o grande do momento no país e rival eterno do Dínamo Kiev.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Kits: Danubio, Defensor e Nacional-PAR 2009
Nas últimas décadas, o futebol uruguaio experimentou tempos de grande decadência. Contudo, dois clubes ousaram tornar-se grandes e adentraram a seara onde antes reinava soberana a dupla Peñarol e Nacional de Montevidéo. Esses dois clubes são o Danúbio e o Defensor, que acompanham, neste post, um update do Nacional do Paraguai, o Nacional Querido, que depois de 63 anos, comoveu o Paraguai ao conquistar o clausura 2009.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Kits: Cruz Azul, Necaxa, Pachuca e Pumas UNAM 2009
Hoje é dia dos esperados clubes mexicanos. Sim, eu já sei que vocês vão reclamar da falta do Atlas Atlante, que disputa (???) o mundial interclubes em Abu Dhabi, mas ele fica mesmo para depois. Por agora, quatro clubes tradicionais da terra de Zapata, da tequila e das novelas do SBT: Cruz Azul, Necaxa, Pachuca e Pumas UNAM.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Kits: Dinamo Zagreb, Steaua Bucuresti e Sparta Praha 2009
Chegando à reta final da série com clubes estrangeiros - faltam 5 posts - temos hoje o penúltimo post com times europeus. Estes dois últimos serão dedicados ao leste do velho mundo. Hoje, um clube croata, um romeno e um tcheco: Dinamo Zagreb, Steaua Bucuresti e Sparta Praha.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Kits: America de Cali, Atletico Nacional e Deportivo Cali
Depois de postar quatro exóticos clubes colombianos, hoje a postagem contempla os três grandes do país: o America e o Deportivo, ambos de Cali e o Atlético Nacional de Medellin.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Especial: Campeonato Brasileiro 2009
E chega ao fim o mais emocionante campeonato brasileiro da era dos pontos corridos. Para os detratores do sistema, aconteceu a última coisa que faltava para que eles se convencessem da validade da forma da disputa: a vitória de um clube carioca, no caso, o Flamengo, agora hexacampeão. Um campeão justo, que venceu merecidamente um Grêmio que todos esperavam que fosse entregar abertamente o jogo e acabou mesmo foi assustando os rubro-negros. Mas o campeão teve sorte, competência e contou com grandes ídolos, como Adriano, Petkovic, Ronaldo Angelim e principalmente Andrade, técnico com a cara do clube e que não somente é o único brasileiro seis vezes campeão nacional, como o primeiro técnico negro a conseguir tal conquista. Ele merece.
Um minikit do time titular do Flamengo que se sagrou campeão ontem: Bruno, Leonardo Moura, David, Ronaldo Angelim, Aírton, Juan, Toró, Willians, Petkovic, Adriano e Zé Roberto.
(PDF) (PNG)
- Há um certo encanto pairando sobre o Rio de Janeiro no que diz respeito a esportes, ultimamente. Houve a vitória olímpica, haverá a Copa de 2014 e pela primeira desde que me entendo por gente, um título do Flamengo não causou a angústia das torcidas rivais. No meu caso, vascaíno que sou, estava feliz porque meu time também terminou o ano de forma adequada. Além disso, Andrade, Petkovic e Ronaldo Angelim foram ídolos de meus times - de Vasco e Fortaleza - e ver suas glórias me fez feliz. Também fiquei feliz também pela permanência da série A do Botafogo da minha esposa e meu filho. E por fim, o Fluminense fechou com chave de ouro sua escalada redentora no campeonato, apesar de continuar devendo uma etapa terapêutica na série B à história dos campeonatos brasileiros.
- Já meus outros times no brasileiro decepcionaram. O São Paulo deixou escapar o hepta nas últimas três rodadas. O Atlético-MG foi o legítimo cavalo paraguaio, terminando fora do G4 e apenas com um dos artilheiros. O Grêmio foi irregular por todo o torneio. E o Coritiba, no ano de seu centenário, acabou tristemente rebaixado, em um jogo que terminou de forma grotesca. Também desceram o Sport, o Náutico e o Santo André.
- O Internacional, no final, acabou sendo o vice no ano do seu centenário, o que afinal, não foi pouca coisa. Decepcionantes mesmo foram o Palmeiras e o Santos dos "professores" Muricy e Luxemburgo, ambos conhecidos papões de pontos corridos. E o Cruzeiro, quem diria, abiscoitou, no apagar das luzes, uma vaga para a Libertadores.
- A série B mandou de volta para a elite dois campeões brasileiros: Vasco e Guarani. Junto a eles, dois clubes que não disputavam a série A fazia muito, muito tempo: o Ceará, que não participava do brasileirão desde 1993 e o Atlético-GO, cuja última participação aconteceu em 1986. Na outra ponta da tabela, minha maior dor no ano: a queda do Fortaleza para a série C, acompanhando o Juventude-RS, o ABC-RN e o Campinense-PB.
- Na terceirona, venceu o América-MG, o coelhão, que volta a sonhar com o retorno à elite. Junto a ele, subiram para a série B os briosos Icasa-CE, ASA-AL e Guaratinguetá-SP. Do outro lado, tomaram o rumo do inferno da série D os tradicionais Mixto-MS e Sampaio Correa-MA, o Confiança-SE e o Marcílio Dias-SC.
- E os grandes sobreviventes do ano, os campeões da série D, que sobem para a terceirona: o São Raimundo-PA - não confundir com o o homônimo amazonense -, o Macaé-RJ, o Alecrim-RN e a Chapecoense-SC. Ainda purgando nos círculos infernais da quarteirona, se encontram o Santa Cruz-PE, o Paulista-SP e o Ferroviário-CE. E ainda fora de qualquer disputa nacional, clubes tradicionais como o América e o Bangu, do Rio.
E foi isso. Parabéns aos campeões, sorte aos rebaixados e até o campeonato que vem.
Um minikit do time titular do Flamengo que se sagrou campeão ontem: Bruno, Leonardo Moura, David, Ronaldo Angelim, Aírton, Juan, Toró, Willians, Petkovic, Adriano e Zé Roberto.(PDF) (PNG)
- Há um certo encanto pairando sobre o Rio de Janeiro no que diz respeito a esportes, ultimamente. Houve a vitória olímpica, haverá a Copa de 2014 e pela primeira desde que me entendo por gente, um título do Flamengo não causou a angústia das torcidas rivais. No meu caso, vascaíno que sou, estava feliz porque meu time também terminou o ano de forma adequada. Além disso, Andrade, Petkovic e Ronaldo Angelim foram ídolos de meus times - de Vasco e Fortaleza - e ver suas glórias me fez feliz. Também fiquei feliz também pela permanência da série A do Botafogo da minha esposa e meu filho. E por fim, o Fluminense fechou com chave de ouro sua escalada redentora no campeonato, apesar de continuar devendo uma etapa terapêutica na série B à história dos campeonatos brasileiros.
- Já meus outros times no brasileiro decepcionaram. O São Paulo deixou escapar o hepta nas últimas três rodadas. O Atlético-MG foi o legítimo cavalo paraguaio, terminando fora do G4 e apenas com um dos artilheiros. O Grêmio foi irregular por todo o torneio. E o Coritiba, no ano de seu centenário, acabou tristemente rebaixado, em um jogo que terminou de forma grotesca. Também desceram o Sport, o Náutico e o Santo André.
- O Internacional, no final, acabou sendo o vice no ano do seu centenário, o que afinal, não foi pouca coisa. Decepcionantes mesmo foram o Palmeiras e o Santos dos "professores" Muricy e Luxemburgo, ambos conhecidos papões de pontos corridos. E o Cruzeiro, quem diria, abiscoitou, no apagar das luzes, uma vaga para a Libertadores.
- A série B mandou de volta para a elite dois campeões brasileiros: Vasco e Guarani. Junto a eles, dois clubes que não disputavam a série A fazia muito, muito tempo: o Ceará, que não participava do brasileirão desde 1993 e o Atlético-GO, cuja última participação aconteceu em 1986. Na outra ponta da tabela, minha maior dor no ano: a queda do Fortaleza para a série C, acompanhando o Juventude-RS, o ABC-RN e o Campinense-PB.
- Na terceirona, venceu o América-MG, o coelhão, que volta a sonhar com o retorno à elite. Junto a ele, subiram para a série B os briosos Icasa-CE, ASA-AL e Guaratinguetá-SP. Do outro lado, tomaram o rumo do inferno da série D os tradicionais Mixto-MS e Sampaio Correa-MA, o Confiança-SE e o Marcílio Dias-SC.
- E os grandes sobreviventes do ano, os campeões da série D, que sobem para a terceirona: o São Raimundo-PA - não confundir com o o homônimo amazonense -, o Macaé-RJ, o Alecrim-RN e a Chapecoense-SC. Ainda purgando nos círculos infernais da quarteirona, se encontram o Santa Cruz-PE, o Paulista-SP e o Ferroviário-CE. E ainda fora de qualquer disputa nacional, clubes tradicionais como o América e o Bangu, do Rio.
E foi isso. Parabéns aos campeões, sorte aos rebaixados e até o campeonato que vem.
Kits: Auxerre, Monaco e Nantes 2009
Vários times franceses já tinham sua representação aqui no Escudinhos, como o meu St. Etienne, o PSG, o Bordeaux, Lyon e Olympique Marseille. Com a publicação de mais três - Auxerre, Monaco e Nantes, já dá para fazer um torneiozinho. Divirtam-se.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Kits: Caracas, Maracaibo, Táchira e Saprissa 2009
Venezuela e Costa Rica não são países com muita tradição no futebol, mas mesmo assim possuem clubes que, de vez em quando, aparecem nas notícias esportivas. O costariquenho Saprissa ficou conhecido por ter disputado, há alguns anos, o mundial da Fifa, como o exótico representante da Concacaf. Já os venezuelanos Caracas, Táchira e Maracaibo são conhecidos mesmo como sacos de pancada nas diversas edições da Libertadores. Mas, o que seria dos grandes clubes sem seus fregueses, não é mesmo? Ei-los então por aqui no Escudinhos.
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