segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Lançamento: Brasil 2020

Esta semana a CBF e a Nike lançaram o uniforme novo do Brasil para as eliminatórias. Segundo a imprensa, é uma homenagem ao uniforme da copa de 1970, que completa 50 anos. Eu confesso que os grafismos me lembraram a Arena da Amazônia, e mesmo a vitória-régia, que é uma planta aquática e tem a sorte de não pegar fogo nesses tempos difíceis. 

Com este lançamento, eu estou começando a experiência de receber pagamentos com o PIX. Abaixo dos botões, vocês vão ver um QRCode. Esse código pode ser escaneado pelo seu celular, no serviço PIX do aplicativo do seu banco, o seu PIX pessoal, aquele que você cadastrou sua chave. Nesse QRCode tem o valor de R$ 10,00, a chave do meu PIX do Bradesco, que é meu email nesse caso, e isso vale como todas as informações da minha conta - nome, banco, agência, cpf, etc... - e o nome do produto ue eu estou vendendo. Para vocês, vai aparecer: [Escudinhos Brasil 2020]. Ao comprar esse kit, com as duas cartelas em PDF, eu recebo o dinheiro e vocês só precisam me avisar pelo email quem comprou. Imediatamente eu envio as cartelas, pelo email mesmo.

Vamos testar? me avisem. 

Escudinhos Brasil 2020 (home & away) - R$ 10,00

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Copa do Mundo de 2010, África do Sul. Pacote completo.

 

Desde a copa de 2014, as cartelas de botões que eu faço no Escudinhos mudaram. Até essa época, elas tinham dois goleiros e vinte escudos, dez titulares e dez reservas. Desde então, eu passei a fazer cada cartela com um uniforma apenas, com vinte escudos do mesmo uniforme (home, away ou third) e três goleiros. A Copa de 2010 foi a última que eu fiz no formato antigo e também a última a ser atualizada. Esse trabalho eu comecei em março, quando a pandemia nos atingiu. Apenas agora consegui terminar.

Eu considero as postagens que eu fiz sobre a Copa de 2010 a melhor época deste blog. Vocês podem começar a partir deste post, se quiserem ler. As cartelas antigas continuam disponíveis gratuitamente. As novas foram refeitas, atualizadas (principalmente os goleiros), tem as numerações corretas dos jogadores e toda a parte de grafismos melhorados. Estes estão disponíveis para venda. Normalmente eu vendo cada time (com uma, duas ou três cartelas, dependendo) a R$ 10,00. Em breve eu vou começar a experimentar fazer essa venda através do PIX, que não nos cobra taxas de transferência bancária. Hoje, eu vendo através de depósito. Basta entrar em contato comigo pelo email marcosvp@gmail.com e a gente acerta.

Aqui, alguns dos goleiros dessa coleção mais nova, para vocês compararem com os antigos:









E aqui, os grupos da copa. Com esse material, eu encerro todas as copas do mundo, em formato 20x3, de 1970 a 2018.

Copa da África do Sul, 2010
Grupo A






Grupo B






Grupo C





Grupo D





Grupo E





Grupo F





Grupo G






Grupo H






sexta-feira, 20 de março de 2020

Copa do Mundo de 1978, Argentina. Pacote completo.

A Copa do Mundo de 1978 realizada numa gelada Argentina de inverno possivelmente foi a mais polêmica da história. Não foi a primeira realizada sob uma ditadura (1934, na Itália, também), mas a transmissão em cores e a conformação mundial da época - guerra fria, América do Sul sob governos totalitários - ajudou a divulgar o que ocorria no país dos hermanos. A primeira grande baixa da copa foi o boicote pelo gênio Johan Cruijff, que não aceitou participar, alegando questões políticas. No Brasil de Geisel, o técnico da seleção era o capitão Cláudio Coutinho, que ficaria conhecido por seu apego ao preparo físico e invencionices técnicas, como o famoso "overlapping", o lançamento para o vazio, ponto A para ponto B e por aí vai. A copa da Argentina também ficou marcada como a última copa "amadora" em termos de organização. O auge da bagunça foi o jogo entre França e Hungria em Mar Del Plata, em que ambas as seleções se apresentaram para jogar com camisas brancas, fazendo o árbitro brasileiro Arnaldo César Coelho determinar que a França jogasse com camisas emprestadas por um clube local, o Kimberley, coisa que já havia ocorrido em várias copas (1930, 1950, 1958...) e que aconteceria pela última vez. Em 1994, nos EUA, os fabricantes de uniformes começariam a dar as cartas.

O Brasil ainda teve que lidar com outros problemas. Rivellino estava velho e cansado. O líder do time, agora, estava no gol: Émerson Leão, tão brilhante quanto irascível. Zico ainda era uma promessa e o melhor atacante brasileiro do momento, Reinaldo, não gozava de boa reputação com os militares. Coutinho o substituía constantemente - Roberto Dinamite, Dirceu, Gil - mas o time não engatava. Empates com Suécia e Espanha e uma vitória magra sobre a Áustria jogaram o Brasil para uma segunda fase com Peru, Argentina e Polônia, três equipes consideradas fortes. Apesar de hesitantes, os canarinhos venceram bem o Peru de Cubillas por 3x0 e a Polônia de Lato por 3x1, além de empatarem sem gols com os argentinos, em um jogo violentíssimo que ficou conhecido como "A Batalha de Rosário". A copa viveria seu momento culminante, contudo, em uma partida que entrou para os anais da infâmia das copas: Argentina x Peru, no dia 21 de junho, também em Rosário. A Argentina mudou o horário do jogo e entrou em campo depois do jogo do Brasil contra a Polônia, sabendo exatamente quantos gols precisaria fazer para superar o Brasil, que tinha cinco de saldo. A Argentina tinha dois. Precisaria fazer 4 gols contra o Peru, que nem de longe era um time fraco. O resultado do jogo, 6x0 para os argentinos, com pelo menos duas entregadas monumentais do goleiro peruano Ramón Quiroga deixou claro ao mundo que os argentinos não economizariam meios para obter seu fim.

Restou ao Brasil a decisão do terceiro lugar, contra a Itália de Paolo Rossi e Dino Zoff. Em um de seus melhores jogos na copa, o Brasil venceu com dois golaços de Nelinho e Dirceu, para voltar ao Rio de Janeiro carregando a faixa de "campeões morais". Já a Argentina, quando finalmente precisou demonstrar toda a sua raça e força, não decepcionou seu público. A Holanda, sem Cruiff mas ainda poderosa, com Rep, Neeskens, Resenbrink e os gêmeos Van de Kerkhof foram um adversário formidável. Mas a albiceleste de César Luiz Menotti, capitaneada por Daniel Passarella, Ubaldo Fillol, Osvaldo Ardiles, Luque e o infernal Mario Kempes (e que ainda contava com um menino, certo Diego Armando no banco...) venceu ao final, na prorrogação, por 3x1, em um Monumental de Nuñes que urrava. A Argentina conquistava assim, em casa, de forma polêmica mas dificilmente questionável, sua primeira Copa do Mundo, conquista que seria ratificada oito anos depois, com juros e correção, nos gramados sagrados do México.

O pacote completo da copa de 1978 fica em R$ 160,00.

Em breve, assim que pudermos voltar às nossas atividades, a última copa que eu vou disponibilizar neste formato de 20 botões e 3 goleiros: 2010, África do Sul.

Fiquem em casa e se cuidem. Abs.

Abaixo, os grupos de 1978.

Grupo 1 





Grupo 2






Grupo 3





Grupo 4